09 jan 18
Janeiro Branco: uma campanha de conscientização sobre saúde mental

Janeiro chegou e, com ele, a principal pauta deste mês: saúde mental. Para quem não sabe, esse é um dos assuntos que me impulsionou a criar a Bela e as Feras e, daqui por diante, haverá mais textos sobre. Meramente porque meu objetivo é trazer uma abordagem humanizada referente a este tópico visto a quantidade de tabus que ainda o permeia.

Nada mais justo que começar com o pé direito e retomar o foco junto com a campanha que faz deste janeiro um Janeiro Branco. Janeiro Branco? Isso, preciosos! Este mês é destinado à conscientização sobre saúde mental em território nacional. Algo que soube muito recentemente e fiquei feliz à beça.

De acordo com o site oficial, o Janeiro Branco convida as pessoas a pensar sobre o sentido e o propósito da vida. Não apenas esses fatores como também sobre a qualidade de relacionamentos e sobre o quanto conhecemos quem somos, nossas emoções, nossos pensamentos e nossos comportamentos. Trata-se de uma campanha anual que, no geral, encontra seu maior sustento na proposta de sua tagline: quem cuida da mente, cuida da vida.

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Stefs Lima
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e ex-líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I Am That Girl. Vê a escrita como superpoder de criação e de comunicação capaz de tornar o mundo melhor.
04 jan 18
2018: O ano da batalha Contra as Feras

A Bela e as Feras já completou o famigerado um ano (e ruma para o segundo, amém!) e o primeiro ano sempre tem seu próprio jeito de ser um tanto revelador ao mesmo tempo em que é um tanto desconfortável. Revelador porque você compreende processos. Desconfortável porque parece que você não aprendeu nada. Uma soma que está longe de ser negativa, afinal, conforme você se dedica a um projeto, é normal descobrir na trajetória como as coisas precisam ser e como funcionam.

A parte do “precisam ser” não me agrada muito porque, assim como minha outra filha Random Girl, tudo que tem aqui não passa de um reflexo dos meus pensamentos e das minhas emoções. Pensamentos e emoções que amadureceram ao longo de quase 365 dias do ano de 2017, desenvolvendo este site que tem sua contribuição no meu processo de desconstrução – que segue firme e forte, amém. Não sou a mesma de 2016, mas meu eu de 2017 segue se redescobrindo e este site contribuiu para isso. E sou muito grata por ele ainda existir.

Esse redescobrimento também calhou na pergunta sobre o que eu queria escrever aqui. Algo que fui desvendando ao longo do processo. Por essas e outras que é difícil eu bolar algum planejamento no início de algum projeto. Gosto de vê-lo tomando forma por conta própria e a base de estalidos de inspiração do momento.

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Stefs Lima
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e ex-líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I Am That Girl. Vê a escrita como superpoder de criação e de comunicação capaz de tornar o mundo melhor.
03 jan 18
Novos universos, novas emoções, novos desafios

Nos últimos anos, aprendi a ter uma intenção que me norteia ao longo dos próximos 365 dias. Na virada para 2018, me vi sem absolutamente nada. Sem nenhum insight. Daí, cavucando lá no fundo da minha mente, percebi que já tinha pensado muito bem sobre esse assunto.

Sem delongas, a intenção de 2018 será o lema deste site: Contra as Feras. Um dos pontos que será desenvolvido ao longo deste ano. Afinal, manterei também o norte do que foi estabelecido no 2º semestre do ano passado: escrever novas histórias.

Uma soma que dá o seguinte resultado: voltar à narrativa.

No meio do ano passado, escrevi que o intuito de 2017 voltado a este site seria retomar as atualizações – é o que mais quero, inclusive. O foco partiria de escrever novas histórias visto que havia deixado a caneta e o caderno de lado em fins de 2016. Tal processo foi recuperado e se desenrolou a passos lentos ao longo dos meses conseguintes. O que rendeu? Bem, em linhas gerais, estou feliz por ter reavivado a minha história. Por ter me inserido de novo na narrativa. Aliei-me à minha intuição, apenas segui em frente e dei de cara com um mar de resultados que me retrouxeram o sentido outrora perdido de viver.

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Stefs Lima
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e ex-líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I Am That Girl. Vê a escrita como superpoder de criação e de comunicação capaz de tornar o mundo melhor.
25 out 17
Uma jornada chamada I Am That Girl

Este é um post dedicado ao I Am That Girl que, de início, me pareceu uma cilada pessoal. É aquele texto de retrocesso que precisei escrever para retornar a ele quando as coisas se tornarem meio punks.

━━━ ❤ ━━━

Minha jornada com o I Am That Girl começou em dezembro de 2014, quando encaminhei um questionamento sobre as chances de participar do blog. Ganhei um baita presente de Natal ao receber uma confirmação, pois, por ser um movimento gringo, as chances do meu envolvimento pareciam diminutas. Porém, as portas se abriram com uma facilidade que até hoje não acredito. Estreei no site em janeiro de 2015, mas ainda me pareceu insuficiente. E essa sensação aumentou quando eu cobicei o formulário para ser líder de um Capítulo Local em São Paulo.

Tal ideia foi criando raízes em meu âmago. Estava ali uma coisa que eu queria muito, mas estava com medo de não dar conta. Outra surpresa para minha pessoa, sem dúvidas, porque nunca fiz nada parecido ao que faço agora junto com o IATG. Sempre quando tinha chance, abria e fechava a página do formulário até que decidi cortar caminho. Fui conversar com uma das líderes, a Isa linda de Porto Alegre, e ela me deu mais confiança nesse processo.

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Stefs Lima
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e ex-líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I Am That Girl. Vê a escrita como superpoder de criação e de comunicação capaz de tornar o mundo melhor.
24 out 17
Desculpe, eu não sei o que você está sentindo, mas…

Em algum instante do ano passado, li algo que me fez pensar por horas. Algo visto na outra rede, o famigerado Facebook, que eu mesma nem uso de tão chato que se tornou. Inclusive, evito ao máximo atualmente porque meu dedo podre tem o poder de me fazer dar de cara com tranqueira. Só que, nessa ocasião em específico, um milagre aconteceu.

Não me lembro qual foi a página em que me deparei com o tema deste post, mas tenho a ínfima certeza de que se tratava de uma voltada para as manas gordas. Era uma história sobre gordofobia e o que me marcou nesse passeio foi parte de um comentário: eu não sei o que você está sentindo, mas…

Nisso, entramos no que tem acontecido bastante de uns tempos pra cá e que tem sido uma chatice: competição de quem sofreu ou sofre mais. A menor brecha, lá vai um troll enumerar o que interpelou negativamente a sua vida, totalmente inspirado no posicionamento de rebaixar a dor do outro. Sim, acho isso insuportável. Não há necessidade de competir quem sente mais dor neste mundo.

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Stefs Lima
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e ex-líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I Am That Girl. Vê a escrita como superpoder de criação e de comunicação capaz de tornar o mundo melhor.
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