Variedades
20 set 18
Razões para continuar vivo por Matt Haig

Hoje, trago uma indicação de leitura. Pensei em fazer uma resenha do título em questão, mas está aí algo que tenho dificuldade: desenvolver texto que envolve um livro de memórias e assim por diante (algo que tem mudado ultimamente). Ainda mais este que retrata tópicos que não há o que discutir a não ser recomendar.

Por isso, eu escolhi trazer as razões de ler este livro que foi muito importante ao longo dos meus estudos sobre depressão e ansiedade (e que tento manter apesar da rotina). É uma leitura até que bem leve apesar de ter alguns gatilhos – ansiedade, depressão e suicídio (que não contam com relatos muito explícitos, a não ser o suicídio que é o tema que o abre). Acredito que este título é uma ótima indicação para quem não domina muito sobre esses assuntos e que ainda carrega muito tabu em seu coração.

Os motivos para eu ter lido Razões para Continuar Vivo foi graças ao TWLOHA (To Write Love On Her Arms). Fiquei bem contente quando vi que a Intrínseca o traduziu e não hesitei em comprá-lo. O único delay real que existe é a postagem deste texto que, por conta disso, acabou no meu próprio esquecimento.

 

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Stefs Lima
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I Am That Girl. Ela vê a escrita como superpoder de criação e de comunicação capaz de tornar o mundo melhor.
17 jan 18
If You Feel Too Much: introdução ao especial + conversa sobre o prefácio

Este é aquele livro que não precisa de uma resenha. Até porque eu não faria jus visto que não se trata de uma biografia que valeria a pena esmiuçar. Na verdade, as páginas são tingidas com um apunhado de blog posts assinado por Jamie Tworkowski (algo que não me deixou tão satisfeita, confesso). Uma pessoa que não figura pela primeira vez aqui na A Bela e as Feras, pois é dele uma das organizações que tem meu coração: To Write Love On Her Arms. Este foi o real motivo de ter corrido atrás de If You Feel Too Much: Thoughts on Things Found and Lost and Hoped For, uma leitura que abandonei em 2016 e que entrou em 2017 para contribuir com meu projeto de regeneração.

Se não fiquei tão satisfeita, por quais motivos escrever sobre ele? Bem, apesar de ter esperado muito mais do seu conteúdo, não quer dizer que não tenha encontrado passagens que me identifiquei e aprendido algo. Dessa forma, meu objetivo é abordar daqui por diante o que me inspirou durante a leitura.

Mais precisamente frases e contextos, o que dará vida a um especial sobre este livro. Não poderia deixar de lado tal experiência que também me serviu de ajuda em uma fase extremamente difícil.

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Stefs Lima
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I Am That Girl. Ela vê a escrita como superpoder de criação e de comunicação capaz de tornar o mundo melhor.
04 ago 16
Resenha de filme: Girlhood

Fazia muito tempo que não ficava besta com um filme e ainda me sinto besta com os efeitos de Girlhood. Esse foi aquele achado mais bem achado da minha vida, sério. Um filme que você não dá nada até se ver completamente encantada e estarrecida.

Girlhood (Bande De Filles) é um filme francês de 2014. Ele foi dirigido e escrito por Céline Sciamma, famosa pelo trabalho maravilhoso com Tomboy. Por meio desse longa, ela explora gangues femininas tendo como apoio 4 protagonistas negras que, entre brigas e desavenças, só querem descobrir seus lugares no mundo.

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Stefs Lima
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I Am That Girl. Ela vê a escrita como superpoder de criação e de comunicação capaz de tornar o mundo melhor.
12 abr 16
To Write Love On Her Arms: o filme inspirado em Renee Yohe

Já comentei aqui no A Bela e as Feras sobre a organização To Write Love On Her Arms. Hoje, trago a resenha do filme que retrata a história que culminou na fundação desse projeto.

Fato é que quando esse filme foi anunciado, não via a hora de assisti-lo. Porém, quando a possibilidade se tornou real, confesso que fiquei com medo. Nada como temer as chances de dar de cara com gatilhos que poderiam incitar lembranças do passado. Não se trata de um longa pesado, é até “leve” pensando nas minhas experiências, mas quem já passou pelo drama da protagonista pode ficar um tanto quanto desconfortável por causa do gatilho automutilação.

A resenha está sem spoilers.

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Stefs Lima
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I Am That Girl. Ela vê a escrita como superpoder de criação e de comunicação capaz de tornar o mundo melhor.
11 abr 16
Likeness: quando a semelhança não é mera coincidência

Muitas pessoas não acreditam quando quem sofre com um transtorno alimentar diz que “vê coisas” com relação ao próprio corpo e ao dos outros – seja da vida real ou celebridades. Esse é o insight do short film Likeness, debut de Rodrigo Prieto, estrelado por Elle Fanning, que mostra o quanto a mente pode pregar peças.

Likeness aconteceu graças a um convite enviado ao Prieto que esboçava a ideia de criar um filme detentor de uma mensagem social. Na hora, ele pensou na história de Ximena, sua filha, que lidou com um transtorno alimentar na adolescência. Uma proposta que foi aceita e que os uniu para criar esse projeto de 8 minutos, completamente ausente de diálogos.

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Stefs Lima
Jornalista, fundadora do Contra as Feras e líder de um Capítulo Local do movimento internacional chamado I Am That Girl. Ela vê a escrita como superpoder de criação e de comunicação capaz de tornar o mundo melhor.
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